sábado, 10 de novembro de 2018

4 dicas para melhorar o seu blog

Quando você inicia um blog, percebe que ser blogueira não é tão fácil quanto parece. Exige criação de conteúdos atrativos, conhecimento de marketing, noções básicas de códigos e programação, edição de imagens, entre outros conhecimentos.

Em outubro fiz dez anos de blogosfera (isso mesmo, 10 anos!!! e aqui você pode conhecer meu primeiro blog) e ao longo deste tempo aprendi muitas coisa sobre blogs e redes sociais. Não sou uma blogueira grande, mas estou contente com os resultados que já obtive até hoje e creio que se continuar me aprimorando, posso chegar a atingir resultados ainda melhores.

E pensando nisso, hoje trago algumas dicas de que coisas que aprendi com meu blog e redes sociais, que poderão melhorar o seu blog. Trago também alguns links que podem ser úteis.



1. Descubra onde seu público está!
É importante estar em todas as redes sociais porque há aumento de visibilidade, além de ser mais uma forma de você manter contato com seus leitores. Porém você deve saber onde concentrar seus esforços, principalmente quando se trata de divulgação. Essa informação você consegue descobrir através do Google Analytics. E o indicado é investir a fundo nas 3 redes sociais que geram maior tráfego para seu blog, seguindo um cronograma de divulgação para estas redes. 
Em geral, eu divulgo meus posts em todas as minhas redes sociais no mesmo dia em que faço a publicação e costumo divulgar novamente em outras datas, sendo estas divulgações posteriores mais frequentes nas redes sociais mais importantes.

2. Use o Google Analytics
Eu falei no item anterior para utilizar o Google Analytics para saber informações sobre seu público. Se você ainda não faz uso desta ferramenta, está perdendo tempo e esforço. O Analytics é indispensável para quem quer levar o blog a sério, pois além das informações sobre o público, mensura o seu crescimento. No blog da Elaine Gaspareto tem um post explicando como inserir o código da ferramenta no seu blog e ter acesso a essas informações.

3.  Saiba administrar seu tempo nas redes sociais
As redes sociais são grandes aliadas para quem tem um blog, mas também podem ser prejudiciais. Como falei no item 1, as redes sociais são locais que te permitem divulgar seu conteúdo e também se comunicar com seus leitores. Mas quando você trabalha com elas, existe uma grande chance de passar muito tempo online. Saiba dar uma pausa e viver fora das telas. Além disso, quando for seu momento de se dedicar ao blog evite ficar à toa nas redes e se concentre no seu trabalho, para que ele seja bem feito e sem desperdício de tempo. Depois, quando estiver livre, pode passar um tempo se divertindo na internet, caso deseje.

     + Caso precise melhorar sua produtividade, aqui tem 4 dicas para resolver seu problema.

4. Use imagens de qualidade
Blogs são extremamente visuais e imagens de qualidade, quando bem utilizadas, podem atrair a atenção do leitor. Para se ter noção do quão valorizadas são as imagens, posso citar o fato de termos duas grandes redes sociais voltadas para o assunto, o Instagram e o Pinterest. 
Eu tenho o costume de tirar minhas próprias fotos ou utilizar fotos de sites que disponibilizam o uso gratuito. Um destes sites é o Freepik. Para editar as fotos para o blog eu uso principalmente o Canva e o PhotoFiltre Studio. Quando são imagens que também vão para o Instagram, eu uso o Lightroom Mobile.

Espero que goste das dicas e comente aí: o que você indica para melhorar a qualidade de um blog?

domingo, 26 de agosto de 2018

Resenha de filme - Para todos os garotos que já amei


O filme Para todos os garotos que já amei conta a história de Lara Jean, interpretada por Lana Condor. Lara Jean é uma garota tímida, que se apaixonou algumas vezes durante sua vida, mas que nunca teve coragem de contar para os rapazes sobre seu sentimento. Para externalizar o que sentia, ela começou a escrever cartas para estes rapazes. No total, foram 5 cartas: um garoto do acampamento, um do clube de ciências, Peter que a beijou no ensino fundamental, um menino que dançou com ela no baile e Josh, namorado de sua irmã, Margot.

A história começa a desenrolar quando Margot começa a faculdade na Escócia, deixando para trás sua família e Josh, seu ex-namorado a partir deste momento. Lara Jean passa a ter uma vida muito parada, praticamente restrita a ir para a escola e ficar em casa com sua irmãzinha Lilly. Percebendo isso, Lilly resolve tomar uma atitude no lugar de Lara e envia as cartas para os rapazes.

A partir daí, Lara Jean passa a ser procurada pelos rapazes e se vê em uma grande confusão, quando Josh, ex-namorado de sua irmã tenta saber se aquilo que estava escrito na carta era verdade. Para evitá-lo, começa um namoro de mentirinha com Peter, que queria usar o namoro com Lara Jean para fazer ciúmes em sua ex-namorada.

Eu gostei muito da construção da Lara Jean. Apesar de ser tímida, ela não é clichê como a maioria das personagens de filmes e livros teens que encontramos por aí. Ela não se deixa ser abatida pela mocinha popular e mesmo no momento em que passou por um momento humilhante no filme, ela continuou forte.

O filme também fala muito sobre família e perda. Lara Jean perdeu sua mãe muito cedo, mas em compensação, tem uma ligação muito forte com suas irmãs, que lhe dão apoio e carinho sempre que precisa. O pai da Lara não fica atrás, também é um fofo, se preocupa muito com as filhas e sempre que pode dá muitos conselhos sobre a vida.


Eu achei o Josh meio apagado da história. Não li o livro ainda, mas pelo que vi em resenhas do livro, ele é bem mais explorado que no filme. Já o Peter, interpretado por Noah Centineo, foi responsável por momentos de amor e ódio haha. Achei que em alguns momentos faltou um pouco de atitude dele, ainda mais por ele saber que Lara Jean tem dificuldade pra tomar iniciativa em certas coisas.


E o filme ainda tem outro ponto positivo: conta com a participação ativa de grandes mulheres. Foi dirigido por Susan Johnson, escrito por Sofia Alvarez e baseado no livro escrito por Jenny Han.

Resumindo, achei um filme muito fofinho e leve. Um ótimo filme pra se assistir com a família, com o crush ou até mesmo sozinha! E você, já assistiu? Me conta o que achou!

domingo, 13 de maio de 2018

Resenha - A Vida é uma Tarde de Chuva


A Vida é uma Tarde de Chuva conta a história de Glenn, uma moça que vive na estrada, sempre viajando sozinha e sem destino. Em uma dessas estradas da vida a Glenn esbarra com um rapaz, Valiante, que oferece carona e pouco tempo depois os dois sofrem um acidente ocasionado por um rapaz parado na estrada.

Após o acidente, feridos, Glenn e Valiante são levados para Desídia, um pequeno vilarejo, que apesar de pacato guarda muitos mistérios. Aos poucos, Glenn e Valiante começam a interagir com a população local e vão entendendo um pouco sobre a história do vilarejo e o que levou àquela população a se tornar tão estranha. Descobrem que ali habita um monstro que se alimenta de de vida interior.

Diferentemente de Alice Black, também do Carlos Henrique e da Flávia, eu demorei a me apegar à personagem principal. De início não me afeiçoei a ela e a história, mas aos poucos com toda a construção dos personagens e a revelação dos mistérios da cidade, pouco a pouco fui me acostumando com a leitura, até não querer parar mais de ler. Quanto mais tempo Glenn e Valiante passam em Desídia, mais os dois desejam ficar ali.

Em Desídia, Glenn vive uma jornada de autoconhecimento, descobrindo mais sobre si mesma. A Glenn foi uma personagem que mostrou um grande crescimento ao longo do livro. Teve uma vida difícil e triste, quase sempre sozinha, cheia de medos e anseios, mas que não deixava isso transparecer para outras pessoas e se fazia de durona. Mas no fundo, Glenn era só uma garota machucada, com sentimentos que não compreendia e que a levou a afastar as pessoas e fugir de seus problemas.

E Valiante também é importante ao longo da história, ele é parte dos motivos da mudança e autoconhecimento de Glenn. Em meio aos mistérios da cidade e a evolução de Glenn, um sutil romance começa a surgir entre os dois. O rapaz não só cativou a personagem principal, mas também cativa os leitores.


O livro é da Pendragon, possui uma capa em acabamento fosco com uma linda ilustração, folhas amarelas e tamanho de fonte adequado para a leitura. Além disso, a escrita é leve, fluida e facilmente entendida por todos.

E como eu já havia falado antes, aqui no blog e nas redes sociais, eu quero agradecer a Flávia e o Carlos Henrique (@planosefugas) pela oportunidade de ler a obra deles. Desde que os conheci com Alice Black, princesinha do inferno, sou apaixonada com o trabalho do casal e a forma com que eles tratam seus leitores. O kit que eles me enviaram veio com o livro autografado, bloquinho, caneta e marcador de páginas, uma fofura!

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Lapiseira roxa (e outros artigos de papelaria)

Há alguns dias eu participei de uma brincadeira em um grupo amorzinho do Facebook, o United Blogs, que consistia em dizer qual o objeto estava a sua direita e esse seria o nome do seu blog. A brincadeira acabou virando um desafio, que era escrever um post com esse nome.

Como eu estava estudando, o objeto que estava à minha direita era a minha lapiseira roxa e eu aproveitei a oportunidade que o desafio gerou, para mostrar minha coleção de lapiseira, lápis, e canetas. Sou apaixonada por coisinhas de papelaria, principalmente se forem coloridos! 

Esta é a lapiseira que deu origem ao post! Roxinha, da marca Pentel. Tenho também uma rosa (Pentel) e uma azul (Tilibra). Todas são 0,7.



Como já disse sou louca por canetas também. Na primeira foto, eu mostrei as minhas canetas Paper mate kilométrica. Tenho rosa, roxa e azul. Acho o design delas muito fofinho e são baratinhas, custaram R$1,25 cada. Quando comprei todas tinham um cheirinho gostoso, mas agora já não sinto mais o cheiro.

A caneta laranja da segunda foto é da Faber Castell, comprei por R$ 0,90. Mas achei a cor fraquinha.

Na terceira foto, eu mostrei outras coloridas que eu tenho, mas elas já estão velhinhas, os escritos sumiram e eu não lembro a marca. Era um kit com 4 cores, vinha uma laranja também, mas ela já acabou.




Esses lápis são todos da Faber Castell. Os três da direita são os mais novos, eles são metalizados e comprei por R$ 0,85 cada. Deixei outra foto só para mostrá-los, para vocês perceberem melhor o acabamento metalizado dele. Os outros já são mais antigos, no formato triangular e eu não lembro o valor pago.



E por último, mas não menos importante, estão os prendedores que uso para as minhas folhas cujo nome eu esqueci haha. Vi e achei fofinho, até então só tinha encontrado preto. Paguei R$ 0,50 em cada um dos coloridos. Os pretos são mais antigos e não lembro do valor.


Comprei todos esses itens na livraria da UFV, aqui em Viçosa (MG). Só as canetas sem a marca e as lapiseiras que foram em outros lugares.

E vocês, também tem compulsão por comprar itens de papelaria? Do que gostam mais?

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E como era um desafio do United Blogs, deixo aqui o link dele e das postagens das participantes:

quinta-feira, 8 de março de 2018

Resenha - O Incêndio de Troia


Livro: O Incêndio de Troia
Autora: Marion Zimmer Bradley
Editora: Imago
Páginas: 517
Duração da leitura: 3 dias
Avaliação: 💛💛💛 (3/5) 

O livro da Marion Zimmer Bradley teve inspiração na Ilíada de Homero, que retrata a Guerra de Troia. A história é focada na vida de Kassandra, irmã gêmea de Páris e sacerdotisa do Templo de Apolo. 

Kassandra é uma princesa que desde pequena tem visões sobre o futuro e consegue partilhar a mente de seu irmão Páris, que foi exilado de Troia por causa de uma previsão em que causaria a destruição da cidade. Justamente por essas visões, os pais a mandam para sua tia Pentesileia, uma guerreira amazona que a ensina tudo sobre guerras e sobre como as mulheres deveriam ser independentes.

Após um tempo vivendo com as amazonas, ela volta para sua família e o Deus Apolo a reclama como sacerdotisa. Sendo assim ela deve ser uma virgem prometida ao deus. Durante a história ela se recusa a deitar com ele e é amaldiçoada. Todos irão desacreditar em suas profecias e ela será obrigada a ver a destruição de Troia sem poder fazer nada. E essa maldição foi uma das coisas que mais me irritou na história. Ela fazia uma previsão, acertava e aí o pessoal começava a pensar assim “por que não acreditamos nela?”, aí passa algum tempo, ela faz uma previsão e ninguém acredita nela de novo. A história vai assim do início ao fim e eu tive muita vontade de socar os personagens por isso. Na verdade Eneias e em alguns momentos, Heitor, acreditavam nela.

Além disso, Kassandra tem outra desavença com o deus. Durante o tempo em que vivera com as amazonas, aprendera a ser uma pessoa de espírito livre, pois era assim que a Grande-Mãe, deusa das amazonas, desejava que as mulheres fossem. E ao chegar ao templo de Apolo, ela tem que viver rebaixada e se submeter aos desejos do deus.

Quando volta, conhece Páris, que acaba de ser reconhecido como filho legítimo do casal real Hécuba e Príamo. Por medo de perder sua posição como herdeiro do trono, Heitor faz com que seu irmão vá a Esparta em uma missão de paz, de onde volta com Helena. Helena não é a tirana que conhecemos, é uma boa moça apaixonada por Páris que foge com ele para viver o seu amor. Ela se torna amiga de Kassandra apesar de a mesma não ter gostado de Helena quando ela chegou a Troia e ter implorado a seus pais que a mandassem de volta para Menelau, seu marido.

Justamente pela fuga de Helena, os akaios se reúnem e proclamam guerra contra Troia. Após anos de guerra e fúria dos deuses, Troia chega ao seu fim.

Primeiramente tenho que dizer que a escrita da Marion me agrada muito, já li a série As Brumas de Avalon e adoro esse foco que ela dá aos personagens femininos. A leitura flui e se você tiver tempo acaba lendo em pouco tempo, apesar de o livro ser grandinho.

A história teve vários pontos positivos, como por exemplo, o romance de Eneias e Kassandra. Eu aguardei ansiosamente até o momento em que isso iria acontecer, desde a parte em que Eneias vai conhecer sua esposa e acha que a mesma é Kassandra e ela diz que se casaria com ele, se a irmã não fosse a noiva e ela fosse prometida a Apolo. Como ela é um espírito livre, se ela disse que casaria, é porque na certa ia surgir um romance.

Mas também teve pontos negativos como o final. Eu simplesmente não consigo aceitar que o fim de Kassandra seja o mesmo que eu li. Ela sofreu tanto durante a guerra e principalmente depois, de uma forma que eu esperava outro fim pra ela. Algo mais feliz e amoroso, mas não é isso que acontece.

De qualquer jeito, não posso reclamar do fim já que este provavelmente foi o fim dela mesmo. Todas as histórias dela que vimos até hoje, são apenas histórias. Já Marion fez toda uma pesquisa baseada em provas arqueológicas, ou seja, grande parte de sua história, ou pelo menos o final, é fundamentada na verdade.

O livro perdeu pontos comigo por causa do final, que como disse eu não gostei e também, porque está cheio de erros ortográficos, como por exemplo “cazamenos” e “mostros”, nas páginas 168 e 53. É o primeiro livro que leio e encontro problemas desse tipo. Fora esses detalhes, o livro é muito cativante.

E você, já leu o Incêndio de Troia? Se sim, me conta o que achou!